quarta-feira, 26 de julho de 2017

Pastores intocáveis

(Texto retirado de pesquisas na net, mantidos todos direitos e créditos.)

Pastores e líderes que se desviam da sã doutrina
(Resposta a um irmão indignado com o rumo que o evangelho está tomando em nossos dias)

Caro Irmão Aparecido,

Você tem razão. A maioria dos obreiros têm deixado muito a desejar. Vaidade, autoritarismo e prepotência.
Justificam as suas ações com ameaças e proposições alegando que foram colocados à frente do rebanho por Deus, pelo que são "menina dos olhos do Senhor", considerando-se portanto, intocáveis.
Isto faz com que servos autênticos do Senhor se entristeçam e se calem. E, na maioria das vezes prefiram procurar outra igreja para congregar para evitar divisões, aborrecimentos e discussões.

Tenho visto muitos casos de obreiros que não dão o devido testemunho do evangelho e a pergunta que ficamos fazendo é: será que são convertidos?

Jesus nos exortou a ficarmos atentos porque no final dos tempos teríamos pessoas com sutis prodígios que se possível fosse enganariam até os escolhidos, veja: Mateus 24:24
"...porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos."

Sempre que me deparo com o comportamento destes obreiros me recordo do que o Senhor profetizou por meio de Ezequiel, veja: EZEQUIEL 34:1-10
1 Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
2 Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas?
3 Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas.
4 A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza.
5 Assim se espalharam, por não haver pastor; e tornaram-se pasto a todas as feras do campo, porquanto se espalharam.
6 As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem as procurasse, ou as buscasse.
7 Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor:
8 Vivo eu, diz o Senhor Deus, que porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas, pois se apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas;
9 portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor:
10 Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos requererei as minhas ovelhas, e farei que eles deixem de apascentar as ovelhas, de sorte que não se apascentarão mais a si mesmos. Livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que não lhes sirvam mais de pasto.

É interessante notar que a metáfora "pastor" só se tornou real no Novo Testamento, introduzida por Jesus quando vendo a multidão se compadeceu, veja: Marcos 6:34
"E Jesus, ao desembarcar, viu uma grande multidão e compadeceu-se deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas."

A partir daí é que começou-se a usar as metáforas ovelhas para o povo de Deus e pastor para o líder, o guia das ovelhas, ambos à semelhança do pastoreio de ovelhas no Antigo Testamento, portanto as profecias de Ezequiel não foram dirigidas ao povo de Deus no Antigo Testamento, porque seus líderes religiosos eram os sacerdotes e não eram denominados por "pastores", nem o povo era chamado de "ovelhas". Nem Deus estava se referindo aos animais, mas ao povo que seria remido e salvo por Cristo.

Logo, Deus estava profetizando para os pastores de nossos dias e não para os líderes religiosos do Antigo Testamento e lamentavelmente, estas profecias estão se cumprindo em nossos dias.

Quando Deus quis se reportar aos líderes religiosos do Antigo Testamento, Deus o fez, tratando-os por Sacerdotes, veja:
MALAQUIAS 2:1-7
1 Agora, ó sacerdotes, este mandamento e para vós.
2 Se não ouvirdes, e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o vosso coração.
3 Eis que vos reprovarei a posteridade, e espalharei sobre os vossos rostos o esterco, sim, o esterco dos vossos sacrifícios; e juntamente com este sereis levados para fora.
4 Então sabereis que eu vos enviei este mandamento, para que o meu pacto fosse com Levi, diz o Senhor dos exércitos.
5 Meu pacto com ele foi de vida e de paz; e eu lhas dei para que me temesse; e ele me temeu, e assombrou-se por causa do meu nome.
6 A lei da verdade esteve na sua boca, e a impiedade não se achou nos seus lábios; ele andou comigo em paz e em retidão, e da iniqüidade apartou a muitos.
7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos.

Em Jeremias 3:15 Deus se refere ao advento do Novo Testamento, veja:
"...e vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência."

A ciência e a inteligência para conduzirem com sabedoria o povo de Deus, está sendo dirigida para criar toda sorte de invenções que desvirtuam o autêntico evangelho de Jesus e se perdem no zelo pela sã doutrina da qual tanto exortou o apóstolo Paulo..

A profecia de Jeremias 10:21 é para nossos dias, veja:
"Pois os pastores se embruteceram, e não buscaram ao Senhor; por isso não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos."

Jeremias 12:10:
"Muitos pastores destruíram a minha vinha, pisaram o meu quinhão; tornaram em desolado deserto o meu quinhão aprazível."

Por acaso Deus estaria se referindo a pastores de ovelhas (animais)? Não, Deus está se referindo aos pastores que haveriam de conduzir o seu povo, veja mais uma vez:
Jeremias 23:1-2
1 Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o Senhor.
2 Portanto assim diz o Senhor, o Deus de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes. Eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o Senhor.

Deus lamenta as ovelhas perdidas e culpa os pastores, veja:
Jeremias 50:6
"Ovelhas perdidas têm sido o meu povo; os seus pastores as fizeram errar, e voltar aos montes; de monte para outeiro andaram, esqueceram-se do lugar de seu repouso."

Ainda sobre estas profecias do Antigo Testamento, Deus profetiza através de Zacarias, sobre o que aconteceria a Jesus, a quem chamou de "meu pastor", veja: Zacarias 13:7
"Ó espada, ergue-te contra o meu pastor, e contra o varão que é o meu companheiro, diz o Senhor dos exércitos; fere ao pastor, e espalhar-se-ão as ovelhas; mas volverei a minha mão para os pequenos."

E Jesus mesmo, se referiu a essa profecia, veja:
Mateus 26:31
"Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis de mim; pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão."

Concluindo, seria bom que os pastores fizessem a vontade de Deus, zelando pela sã doutrina em paz e amor na condução do rebanho de Deus, para que estas profecias não se cumprissem na vida deles, porque Deus um dia pedirá conta de todos os atos dos que levianamente estão conduzindo os rebanhos do Senhor.
E em Jeremias 48:10 a Bíblia nos diz que: "Maldito aquele que fizer a obra do Senhor negligentemente, ..." .

Um abraço e fique na paz do Senhor,

Augusto Bello de Souza Filho
Bel em Teologia

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Pai, começa o começo!

PAI, COMEÇA O COMEÇO!

Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - "pai, começa o começo!". O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas "tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário do casamento, as pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, o enfrentamento tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para "começar o começo" era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

"Pai, começa o começo!". Ele não só "começará o começo", mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: "Pai, começa o começo!"

(Recebi por e-mail de uma pessoa muito especial e resolvi postar, desconheço o autor.)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Frases filosóficas sobre Covardia

Frases sobre Covardia pesquisadas na Net.
Não é endereçada a alguém. Mas se a carapuça servir, vista-a, inclusive para mim.

"A pior forma de covardia é testar o poder na fraqueza do outro." (Maomé)

"Do medo de todos nasce, a covardia de quase todos." (Vittorio Alfieri)

"Em que consiste a pior das covardias? Parecer-se covarde perante os outros e manter a paz? Ou ser-se covarde perante nós próprios e provocar a guerra?" (Jean Giradoux)

"Covarde: alguém que, numa situação perigosa, pensa com as pernas." (Ambrose Gwinett Bierce)

"Os covardes são os que se encobrem sob as normas." (Jean-Paul Sartre)

"Um covarde é uma pessoa na que o instinto de conservação ainda funciona com normalidade." (Ambrose Bierce)

"Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes." (Abraham Lincoln)

"Os covardes esmagam o que já caiu." (Ovídio)

"Pois a flecha não fere os covardes." (Homero)

"O medo depende da imaginação, a covardia do caráter. (Joseph Joubert)

domingo, 6 de junho de 2010

Filhos do mesmo pai


Filhos do mesmo pai

Depois de análises genéticas minuciosas, pesquisadores norte-americanos concluem que os judeus têm, assim como afirma o Velho Testamento, um ancestral em comum

Ultraortodoxo caminha perto da Tumba dos Patriarcas, em Hebron, na Cisjordânia, onde ficam os mausoléus de Abraão, Sara, Isaac

"Abraão tinha 99 anos. O Senhor apareceu-lhe e disse-lhe: ‘Eu sou o Deus Todo-poderoso. Anda em minha presença e sê íntegro; quero fazer aliança contigo e multiplicarei ao infinito a tua descendência.’ Abraão prostrou-se com o rosto por terra. Deus disse-lhe: ‘Este é o pacto que faço contigo: serás o pai de uma multidão de povos.’”
(Gênesis, capítulo 17, versículos de 1 a 4)

Paloma Oliveto

Brasília – O primeiro livro da Bíblia conta que, quando Sara, mulher de Abraão, soube da promessa feita por Deus, caiu na gargalhada. "Velha como sou, conhecerei ainda o amor?", pensou. Mas, conforme a previsão divina, ela deu à luz Isaac, cujo nome significa, em hebraico, "ela vai rir". Dele, descenderam os representantes das 12 tribos de Israel, que deram origem ao povo judeu.

Uma pesquisa publicada ontem pela revista especializada American Journal of Human Genetics provou que Abraão não é apenas um personagem mitológico. Se tinha esse nome e foi pai aos 100 anos, não se sabe. Mas a ciência está certa de que os judeus têm um ancestral em comum. Por meio de uma minuciosa análise genética, pesquisadores do Langone Medical Center, de Nova York, conseguiram provar que, mesmo com a diáspora de 2,5 mil anos atrás, quando começaram a se dispersar do Reino de Judá, os judeus continuaram compartilhando seus genes.

Além da cultura e da religião, a pesquisa sugere que os judeus podem, de fato, serem considerados um povo coeso. Nem mesmo as miscigenações ocorridas na Europa, na África e, posteriormente, na América, para onde migraram ao longo dos séculos, apagaram do sangue judaico a genética do "pai" Abraão. Estudos anteriores baseados no tipo sanguíneo e na análise sorológica dos judeus já sugeriam que eles se originaram no Oriente Médio, devido à grande similaridade genética nas populações judaicas. "O que mostramos é que, ainda com a diáspora, os grupos de diferentes regiões do mundo ainda têm uma série de características genéticas em comum", explica Harry Ostrer, principal autor do estudo (leia entrevista nesta página).

Com sua equipe, Ostrer, que é professor de pediatria e patologia, analisou o genoma de 237 judeus dos três principais grupos formados após a diáspora: os ashkenazim, do Leste europeu; os sefardim, da Itália, da Grécia e da Turquia; e os mizrahim, do Irã, do Iraque e da Síria. Só entraram na pesquisa pessoas cujos quatro avós pertenciam à mesma comunidade judaica. Os resultados foram comparados com a análise do DNA de 418 não judeus, provenientes de vários países. Apesar das variações genéticas entre os três grupos judaicos, elas foram bem menores do que as diferenças de judeus e não judeus. "Nós mostramos que a origem judaica pode ser identificada por análises genéticas. A noção de um povo judeu é plausível", diz Ostrer.

HISTÓRIA A pesquisa do DNA ajuda a contar a história dos judeus. Os dois maiores grupos, do Oriente Médio e da Europa, separaram-se há cerca de 2,5 mil anos, afirmam os cientistas. As populações do Sudeste europeu mostram grande proximidade genética quando comparadas aos ashkenazins e aos sefardins, o que, segundo o estudo, é reflexo da larga escala de europeus da região convertidos ao judaísmo. As análises genéticas mostraram que a miscigenação entre judeus e não judeus, que deu origem ao atual povo judaico europeu, ocorreu por volta de 2 mil anos atrás.

Outro resultado do estudo é que, no grupo sefardim, existe, aparentemente, um componente ancestral norte-africano. Isso pode ter ocorrido devido à mistura do DNA dos mouros e dos judeus na Espanha, entre 711 e 1492, quando os árabes dominaram a Península Ibérica, então habitada também pelos descendentes de Abraão. Os árabes teriam passado para os judeus o gene do Norte da África. Já a estrutura do genoma dos ashkenazins indica a expansão ocorrida no século 19, quando as populações judaicas no Leste e no Oeste europeu cresceram duas vezes mais rápido do que os demais grupos. Esse fato, na história, é conhecido como "o milagre demográfico".

Texto retirado do sítio www.uai.com.br

terça-feira, 11 de maio de 2010

Vick Vaporub para tosse

Vick Vaporub - (testem e comentem o resultado)


Durante uma conferência sobre Óleos Essenciais, comentavam como a planta dos pés pode absorver os óleos.

O exemplo consistia em colocar alho na planta dos pés e aos 20 minutos, já podia sentir o sabor na boca! (faça o teste e comprove).

Alguns de nós temos usado o Vick Vaporub durante muitos anos como remédio para muitas coisas, mas nunca tínhamos escutado sobre isto.

E acredite, porque funciona em 100% das vezes que se faz, apesar dos cientistas que descobriram não estarem seguros de como isso acontece.

Para deter a tosse noturna de uma criança (ou de um adulto), espalhe Vick Vaporub generosamente sobre a planta dos pés e logo cubra com meias.

Mesmo a tosse mais persistente, forte e profunda, se deterá no máximo em uns 5 minutos e darão muitas horas de alivio.

Funcionam 100% das vezes que se faz e é mais eficaz nas crianças.
Além disso, é extremamente calmante e reconfortante, enquanto dormem profundamente.
É surpreendente ver que é mais eficiente que os medicamentos prescritos para as crianças tomarem à noite. Se você tem filhos, netos ou amigos idosos, repasse esta mensagem.

Se você estiver com tosses fortes, comprove em você mesmo e ficará maravilhado quando vir e sentir como funciona.

fonte: e-mail recebido de um primo. Ainda não testei, portanto não comprovo o resultado, mas mal acho que não faz!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Quando a igreja não é "igreja" (por Caio Fábio)

QUANDO A IGREJA NÃO É “IGREJA”...

Igreja tem que ser coisa de gente de Deus, de gente livre, de gente sem medo, de gente que anda e vive, que deixa viver..., que crê sempre no amor de Deus...; e, sobretudo, é algo para gente que confia..., que entrega..., que não deseja controlar nada...; e que sabe que não sabe, mas que sabe que Deus sabe...

Somente gente com esse espírito pode ser parte sadia de uma igreja local, por exemplo...

Entretanto, para que as pessoas sejam assim seus pastores precisam ser assim...

Se o pastor é assim..., tudo ficará assim...

Ou, então, o tal pastor não emprestará a sua vida para o que não seja vida, e, assim, bem-aventuradamente deixará tal lugar de prisão disfarçada de amor fraterno...

Em igreja há problemas... É claro... Afinal, tem gente...

Mas nenhum problema humano tem que ser um escândalo para a verdadeira igreja de gente boa de Deus.

Numa igreja de Deus ninguém tem que ser humilhado..., adúlteros não tem que ser “apresentados” ao público..., ladrões são ajudados a não mais roubarem..., corruptos são tratados como Jesus tratou a Zaqueu..., e hipócritas são igualmente tratados como Jesus tratou aos hipócritas...; ou seja: com silencio que passa..., mas, ao mesmo tempo, não abre espaço...

Na igreja de gente boa de Deus fica quem quer e até quando deseje... E quem não estiver contente não precisa ser taxado de rebelde e nem de insubordinado... Ele é livre para discordar e sair... Sair em paz. Sem maldições e sem ameaças; aliás, pode sair sem assunto mesmo...

Na verdadeira igreja não há auditores, há amigos.

Nela também toda angustia humana é tratada em sigilo e paz.

Igreja é um problema?...

Sinceramente não acho...

Pelo menos quando a igreja é assim, de gente, para gente, liderada por gente, com o propósito de fazer de toda gente um humano maduro — então, creia: não há problemas nunca, pois, os problemas em tal caso nada mais são do que situações normais da vida, como gripe, febre ou qualquer outra coisa, que só não dá em poste de ferro...

Tudo o que aqui digo decorre de minha experiência...

Não é teoria...

Pode ser assim em todo lugar...

Mas depende de quem seja o pastor...

E mais: se o povo já estiver viciado demais nem sempre tem jeito...

Entretanto, se alguém decide começar algo do zero, então, saiba: caso você seja gente boa de Deus, e que trate todos como gostaria de ser tratado..., não haverá nada que não seja normal, pois, até as maiores anormalidades são normais quando a mente do Evangelho em nós descomplicou a vida.

Pense nisso!...

Nele,


Caio
11 de setembro de 2009
Lago Norte
Brasília - DF

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Texto extraído na íntregra da página de Cáio Fábio, sem retirar os créditos. Achei interessante postar no meu Blog, não significa que é minha opinião.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A fórmula da Saudade

Bastos Tigre, poeta notável, inventou uma fórmula algébrica bastante curiosa denominada "Fórmula da saudade" ou "Fórmula Bastos Tigre". São interessantíssimas as conclusões matemáticas e sentimentais que tiramos da "Fórmula Bastos Tigre". Entra no cálculo o fator "querer bem" que é a variável e aparece como função da saudade e da distância.


A FÓRMULA DA SAUDADE


O saudoso poeta Bastos Tigre (falecido em 1957), na poesia intitulada "Saudade", inclui a seguinte e notável quadra:
A saudade é calculada
Por algarismo, também:
Distância multiplicada
Pelo fator querer bem.

Esses versos permitem ao matemático deduzir facilmente a "fórmula" da saudade.

Com efeito, afirma o poeta (e deve ter motivos para isso) que a saudade é igual ao produto de uma certa "distância" pelo fator "querer bem".

Ora, sendo D a distância que nos separa da pessoa amada e Q a quantidade de "querer bem" (medidas em unidades de simpatia e afeição) a saudade S será o produto de D x Q.
E escrevemos: S = D x Q, fórmula que nos permite calcular a saudade quando conhecemos a distância D e o "querer bem" Q.

Podemos, com os recursos da Álgebra, discutir a fórmula da Saudade.

Tirando da fórmula (1) o valor da variável Q, resulta:


Q = S / D


Com efeito. S é o produto; Q é um dos fatores desse produto. Logo Q é igual ao produto S dividido pelo outro fator D. Vamos admitir que S (a saudade) é uma constante, e que o elemento distância D é variável.
Ora, quando D (distância) aumenta, a fração S / D diminui e pode até tornar-se nula e isso ocorre quando D for infinitamente grande.

Conclusão: Quando a distância D aumenta o querer bem Q diminui. E isso é verdade, pois há um provérbio popular que diz: "Longe dos olhos, longe do coração".
Se a saudade S aumentar duas, três, quatro vezes (o D sendo constante) o querer bem Q aumentará, também, duas, três quatro vezes. O querer bem (conclui o matemático) é proporcional à saudade. Quando o namorado é cauteloso, procura (de acordo com a fórmula) reavivar a saudade a fim de assegurar-se do querer bem de sua amada.
Tudo isso, como acabamos de mostrar, deduzimos matematicamente da fórmula poética e tão expressiva de Bastos Tigre.
Vejam o extraordinário poder da Matemática: consegue exprimir, por meio de fórmulas, os mais delicados anseios da alma humana.


Bibliografia:
TAHAN, Malba. Maravilhas da Matemática: Matemática Divertida e Delirante. 3 ed. p. 45-6.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O mundo sob o olhar daltônico

As cores não são as mesmas para o daltônico, mas isto não limita sua capacidade produtiva.

Imagine o mundo em que as rosas vermelhas são meio cinza e as folhas na cor bege. Não, isso não é nenhum recurso de computador ou de imagem. Trata-se do mundo sob os olhos de um daltônico, que por uma alteração genética não identifica o verde e o vermelho como as demais pessoas. A diferença para enxergar as cores pode parecer estranha. No entanto, está longe de significar incapacidade. Pelo contrário, os daltônicos têm uma qualidade visual superior às pessoas normais.

A sensibilidade para ver o contraste e o brilho é muito maior. "Precisamos desmistificar o daltônico. Ele não é um deficiente. Se a natureza o priva da cor, o recompensa com outras possibilidades", explica a oftalmologista e diretora da Clínica Dr. Ricardo Guimarães, Márcia Reis Guimarães, que concluiu uma tese de doutorado sobre o assunto. A dificuldade do daltônico estende-se à identificação de cores formadas a partir do verde e do vermelho.

Estima-se que a alteração genética atinja entre 5 e 8%da população mundial. Na Região Metropolitana, o número calculado é de 200 mil pessoas. A oftalmologista explica que a visão não deve ser medida apenas pela acuidade, exame de identificação das letras e números, mas também pela qualidade. Segundo as pesquisas da médica, o exame da acuidade tem resultados iguais para os daltônicos e as pessoas sem a alteração genética.

Entretanto, as respostas de quem não identifica o verde e o vermelho são diferentes nos testes psicofísicos, que avaliam brilho e contraste. A habilidade visual superior é responsável, por exemplo, pela possibilidade de enxergar bem no escuro ou visualizar uma imagem em 3D imediatamente. Para "ler" as cores o daltônico acaba criando uma linguagem paralela, adaptando-se e aprendendo a superar as dificuldades.



O daltonismo pode representar uma vantagem evolutiva sobre as pessoas portadoras de visão normal, tal como foi descrito num artigo publicado pela BBC Online.
Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Cambridge demonstrou que algumas formas de daltonismo podem, na verdade, proporcionar uma visão mais aprimorada de algumas cores.


Durante a 2ª Guerra Mundial descobriu-se que os soldados daltônicos tinham mais facilidade em detectar camuflagens ocultas na mata.
Os daltônicos possuem uma visão noturna superior à de uma pessoa com visão normal.
Eles também são capazes de identificar mais matizes de violeta do que as pessoas com visão normal.


Para os daltónicos o arco-íris não possui 7 cores.
O pintor Vincent van Gogh sofria de daltonismo.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

5 S = Qualidade Total

O primeiro curso de Qualidade Total que fiz foi o 5S. Muito utilizado nas empresas para conseguirem a certificação ISO, mas totalmente aplicável em nosso cotidiano, na nossa casa, trabalho e para o aperfeiçoamento pessoal.

O 5S é indicado para qualquer ambiente. Principalmente na nossa mente e no nosso coração. Ele é o próprio bom-senso, mas de modo que pode ser ensinado, aperfeiçoado, praticado para o crescimento humano e profissional. Convém se tornar hábito, costume, cultura.

A sigla 5S saiu de cinco palavras japonesas que começam com a letra S.
Seiri = Senso organização, utilização, liberação da área.
Seiton = Senso de ordem, arrumação.
Seisou = Senso de Limpeza
Seiketsu = Senso de padronização, asseio, saúde.
Shitsuke = Senso de disciplina e autodisciplina.

O 5S surgiu no Japão. Na indústria, seus principais papéis são: liberar áreas, evitar desperdícios, melhorar relacionamentos, facilitar as atividades e localização de recursos disponíveis. Trata de uma sigla formada pelas iniciais de cinco palavras japonesas. No Brasil, a tradução adotada e uma das mais praticadas, é feita pela Fundação Christiano Ottoni (FCO) do curso que participei. É tradução adequada a qualquer lugar onde se vive, por não usar expressões exclusivas do meio empresarial.

Observando os métodos de gestão e o potencial das pessoas em variados ambientes, sentimos que, devidamente entendido e apresentado, o 5S pode ser praticado por qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Seus princípios são semelhantes aos princípios da vida.

Senso de Utilização:
Desenvolver a noção da utilidade dos recursos disponíveis e separar o que é útil de o que não é.
Destinar cada coisa para onde possa ser útil. O organismo de qualquer ser vivo faz isso. É a planta sugando do solo os nutrientes de que precisa, é o sistema digestivo dos animais absorvendo o que o organismo precisa, separando do que não precisa.

Senso de Ordenação
Colocar as coisas no lugar certo; realizar as atividades na ordem certa. As plantas mandam os nutrientes para os galhos, as folhas, flores, frutos, do mesmo modo que nosso sistema vascular alimenta todo nosso corpo.

Senso de Limpeza
É tirar o lixo, a poluição; evitar sujar, evitar poluir. Cascas e folhas são eliminadas pela planta quando já cumpriram sua função. Nosso organismo se limpa no suor, na respiração, nas fezes e na urina e em muitas outras formas de se manter, de se livrar das toxinas e excessos.

Senso de Saúde
Padronizar comportamento, valores e práticas favoráveis à saúde física, mental e ambiental. A cada segundo, todo os organismos das plantas e dos animais se dedicam para manter sua integridade, sua saúde.

Senso de Autodisciplina
Autogestão, cada um se cuidando, adaptando-se às novas realidades de modo que as relações com o ambiente e pessoais sejam recicláveis e sustentáveis de forma saudável. Plantas e animais se cuidam de forma natural. Nascem, crescem, se reproduzem, morrem. Não precisamos mandar uma planta praticar sua fotossíntese e nem a um gato que cuide de seu pêlo.

O 5S ou House keeping é um conjunto de técnicas desenvolvidas no Japão e utilizadas inicialmente pelas donas-de-casa japonesas para envolver todos os membros da família na administração e organização do lar .

O 5S pode ser implantado como um plano estratégico que, ao longo do tempo, passa a ser incorporado na rotina, contribuindo para a conquista da qualidade total e tendo como vantagem o fato de provocar mudanças comportamentais em todos os níveis.

SXS

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Pacto de Lausanne

Pacto de Lausanne, como é conhecido, é o nome dado ao documento elaborado durante o Congresso Internacional de Evangelização, em 1974, na cidade de Lausanne, na Suíça. No encontro, reuniram-se líderes evangélicos de 150 países, que formaram o Comitê de Lausanne para a Evangelização Mundial (Lausanne Committee for World Evangelization).

Confira o pacto:

Introdução
Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes de mais de 150 nações, participantes do Congresso Internacional de Evangelização Mundial, em Lausanne, louvamos a Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo, podemos ter com ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e dasafiados pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o evangelho são as boas novas de Deus para todo o mundo, e por sua graça, decidimo-nos a obedecer ao mandamento de Cristo de proclamá-lo a toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto, reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso pacto.

O propósito de Deus
Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.

A unicidade e a universalidade de Cristo
Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.

A natureza da evangelização
Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.

A responsabilidade social cristã
Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

A Igreja e a evangelização
Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.

Cooperação na evangelização
Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.

Esforço conjugado de Igrejas na evangelização
Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.

Urgência da tarefa evangelística
Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.

Evangelização e cultura
O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.

Educação e liderança
Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiáticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.

Conflito espiritual
Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e postestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salvaguardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.

Liberdade e perseguição
É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que Jesus nos previniu de que a perseguição é inevitável.

O poder do Espírito Santo
Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.

O retorno de Cristo
Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.

Conclusão
Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Seu carro consome mais combustível?

Consumo de gasolina/álcool


Foi realizado um experimento no Centro de Pesquisas da Petrobrás (CENPES), no RJ. Foi um procedimento para levantamento do acréscimo do consumo de gasolina com velas gastas, filtro de ar entupido, pneus murchos, etc.

O carro de testes foi um Uno Fire.

Seguem os resultados:

Velas Gastas - As velas originais foram substituídas por unidades com 20.000 km rodados emoutro motor idêntico, mas que jamais haviam sido limpas nem reguladas. Estavam com abertura menor que a especificada.
Acréscimo de consumo: 7,49%

Filtro de ar obstruído - O filtro de ar original foi trocado por outro que rodara também 20.000 km em outro carro igual, sem jamais ter sido limpo.
Acréscimo de consumo: 6,20%

Rodagem em "banguela" - Todos os testes foram efetuados em dinamômetro. Foi simulada a rodagem em descidas com o carro engrenado e desengrenado. Em carros com injeção eletrônica o consumo em "banguela" é ligeiramente maior que engrenado.
Acréscimo de consumo: 5,19%

Pneus murchos - Essa é para quem tem preguiça de medir a pressão dos pneus uma vez por semana, ou quando o tempo esfria. Foi feita a avaliação com 6 libras a menos em cada pneu (e pensar que tem gente que roda com 10 libras a menos.
Acréscimo de consumo: 17,80%

Janelas abertas - Esse teste não foi em dinamômetro (obviamente), por isso o resultado não pode ser comparado diretamente com os demais, mas serve como referência. O carro rodou em pista plana, em velocidade constante, com as duas janelas totalmente abertas.
Acréscimo de consumo: 9,35%

Carro com 4 passageiros - Simulou-se o peso de mais 3 passageiros (225 kg). Claro que é melhor rodarem 4 pessoas em um Uno do que 4 pessoas em 4 carros separados. Mas isso serve para aqueles que "esquecem" a tralha da pescaria no porta-malas, ou que carregam uma baita caixa de ferramentas no porta-malas.
Acréscimo de consumo: 10,80%

Tudo junto - Esse teste foi feito por curiosidade, não fazia parte do experimento. Primeiro rodei sozinho pelo CENPES, com uma bureta presa na janela do passageiro e ligada diretamente na bomba elétrica. Depois, instalamos as velas gastas, o filtro sujo, esvaziamos os pneus em 6 libras, entramos em 4 no carro e abrimos as 4 janelas. Saímos passeando por dentro do CENPES, mais ou menos pelo mesmo circuito.
Acréscimo de consumo: impressionantes 44,41%

É isso aí! Agora o pessoal que fica na dúvida porque seu carro faz 8 km/l enquanto o do vizinho faz 11 já pode fazer sua avaliação.

Atenciosamente, Ricardo - PETROBRAS - Gás e Energia

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Mulher bonita procura marido rico

SAIU NUMA REVISTA DE FINANÇAS

Uma moça escreveu um email para uma revista financeira pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico".
Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.

Mensagem/email da MOÇA:

Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe.
Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site?
Ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" (Rafaela S.)

Mensagem/resposta do RAPAZ:

Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas:
Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas tem um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos.
E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano.
E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco.
Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo!
Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar...Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio...podemos marcar?

OBS.: Não é a toa que o cara ganha $500.000 por ano!
enviado por WCX

Como surgiu o Carnaval

A Origem do Carnaval

Todo mundo pensa que o Carnaval é uma festa típica do Brasil. Mas toda essa farra existe desde a Antiguidade e vem de muito longe.

O Carnaval originário tem início nos cultos agrários da Grécia, de 605 a 527 a.C. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a fertilidade e produtividade do solo.

O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e, termina, quando a Igreja Católica adota a festa em 590 d.C.
O primeiro foco de concentração carnavalesca se localizava no Egito. A festa era nada mais que dança e cantoria em volta de fogueiras. Os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

Depois, a tradição se espalhou por Grécia e Roma, entre o século VII a.C. e VI d.C. A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a necessidade de válvulas de escape. É nessa época que sexo e bebidas se fazem presentes na festa.

Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, então, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles...

O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa, em 590 d.C. Antes, a instituição condenava a festa por seu caráter "pecaminoso". No entanto, as autoridades eclesiásticas da época se viram num beco sem saída. Não era mais possível proibir o Carnaval. Foi então que houve a imposição de cerimônias oficiais sérias para conter a libertinagem. Mas esse tipo de festa batia de frente com a principal característica do Carnaval: o riso, a brincadeira...

É só em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua. Em 1582, o Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas do Carnaval. O motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa Católica, que não pode ter data fixa para não coincidir com a Páscoa dos judeus.

O cálculo é um pouco complexo. Determina-se o equinócio da primavera, que ocorre entra os dias 21 e 22 de março no hemisfério norte. Observando a lua nova que antecede o equinócio, o primeiro domingo após o 14º dia de lua nova é o domingo de Páscoa. Como o primeiro dia da lua nova, antes de 21 de março, é entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode ser entre 22 de março e 25 de abril. O domingo de carnaval é sempre no 7º domingo que antecede ao domingo de Páscoa.

O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. A principal diversão dos foliões era jogar água nos outros. O primeiro registro de baile é de 1840.
Em 1855 surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba. No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval. A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava Deixa Falar. A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.

Por Tatiana Xerez

Como surgem os relâmpagos

Os raios surgem com o movimento de elétrons.

Um relâmpago é uma corrente elétrica muito intensa que ocorre na atmosfera. Ele é conseqüência do movimento de elétrons de um lugar para outro. Os elétrons se movem tão rapidamente que fazem o ar ao seu redor se iluminar, resultando em um clarão, e se aquecer, provocando o som do trovão.


Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o relâmpago tem normalmente "duração de meio segundo e trajetória com comprimento de 5 km a 10 km." Em termos gerais, existem dois tipos de relâmpagos: relâmpagos na nuvem (cerca de 70% do total) e relâmpagos no solo, que podem ser do tipo nuvem-solo ou solo-nuvem. Mais de 99 % dos relâmpagos no solo são relâmpagos nuvem-solo.

De acordo com o Inpe, a afirmação de que espelhos atraem raios não passa de um mito. O instituto também afirma que um relâmpago pode cair mais de uma vez no mesmo lugar. Outra curiosidade: em média, aviões comerciais são atingidos por relâmpagos uma vez por ano, em geral, durante procedimento de aterrissagem ou decolagem, em alturas inferiores a cerca de 5 km. "Como conseqüência, a fuselagem do avião sofre avarias superficiais", informou o Inpe.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Oração de Francisco de Assis?

Oração de Francisco de Assis


A Oração da Paz, também denominada de Oração de São Francisco, é uma oração de origem anônima que costuma ser atribuída popularmente a Francisco de Assis, santo da Igreja Católica. Foi escrita no início do século XX, tendo aparecido inicialmente em 1912 num boletim espiritual em Paris, França.
Em 1916 foi impressa em Roma numa folha, em que num verso estava a oração e no outro verso da folha foi impressa uma estampa de São Francisco. Por esta associação e pelo fato de que o texto reflete muito bem o franciscanismo, esta oração começou a ser divulgada como se fosse de autoria do próprio santo.

FRANCISCO DE ASSIS NÃO ESCREVEU A FAMOSA “ORAÇÃO PELA PAZ”

O francês Christian Renoux, historiador conhecido pelo seu rigor histórico, acaba de revelar, num estudo intitulado “A oracão pela paz, atribuída a São Francisco”, uma verdadeira surpresa que a famosa Oração simples da paz, rezada por católicos, anglicanos e luteranos, não é, como se julgava universalmente, uma oração de São Francisco de Assis. O seu autor é um sacerdote chamado Esther Auguste Bouquerel, e publicou-a em 1912.

O fato de ter sido atribuída ao “Poverello”[1] deve-se ao fato acidental de, em 1918, ter sido impressa na cidade francesa de Reims por trás de uma estampa do Santo de Assis.
O documento mais antigo em que se encontra impressa a oração é de 1912, na revista francesa "La Clochette" (a campainha). Aparece ali como anônima, ainda que se possa atribuir ao diretor do boletim, o sacerdote e fecundo escritor Esther Auguste Bouquerel.

A estrofe foi copiada por uma outra revista francesa, e, pouco tempo depois, em 1916, apareceu nada menos que na primeira página de "L'Osservatore Romano", que a lançou internacionalmente como invocação pela paz. Foi em 1918, que o padre capuchinho Etienne Benoit imprimiu o texto da oração nas costas de uma estampa com a imagem de São Francisco, dirigida aos membros da Ordem Terceira. Uma atribuição apócrifa[2] não se pode fazer superficialmente sem danificar seriamente o legado franciscano.

Ainda que seja um hino à paz, como assinala o Padre Willibrord Christian van Dijk, que estudou durante quarenta anos a história desta oração, é estranho que um santo, que passa por ser um grande místico cristão, tenha escrito um texto que não se dirige a Jesus Cristo, que nem sequer o nomeia, e em que não há nenhuma citação bíblica.. De fato, todas as orações autênticas do Santo são frases tomadas das Escrituras ou da Liturgia.
O texto original desta oração é:
Belle prière à faire pendant la Messe
Seigneur, faites de moi un instrument de votre paix.
Là où il y a de la haine, que je mette l’amour.
Là où il y a l’offense, que je mette le pardon.
Là où il y a la discorde, que je mette l’union.
Là où il y a l’erreur, que je mette la vérité.
Là où il y a le doute, que je mette la foi.
Là où il y a le désespoir, que je mette l’espérance.
Là où il y a les ténèbres, que je mette votre lumière.
Là où il y a la tristesse, que je mette la joie.
Ô Maître, que je ne cherche pas tant à être consolé qu’à consoler, à être compris qu’à comprendre, à être aimé qu’à aimer, car c’est en donnant qu’on reçoit, c’est en s’oubliant qu’on trouve, c’est en pardonnant qu’on est pardonné, c’est en mourant qu’on ressuscite à l’éternelle vie.

Uma das mais conhecidas traduções para a língua portuguesa desta oração é:
Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz!
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Amém

Pesquisa feita por SXS, para enriquecimento do estudo bíblico da Igreja Batista Memorial, tema “Oração”, classe de discipulados, solicitada pela professora K...
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[1] Poverello - apelido atribuído a São Francisco, “o pobrezinho”.

[2] apócrifo (adjetivo)
[Do gr. apókryphos, pelo lat. tard. apocryphu.]
1.Diz-se de obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou.
2.Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Nova ortografia da Língua Portuguesa

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Por: Marília Mendes


Alfabeto
O alfabeto é agora formado por 26 letras
Regra Antiga - O "k", "w" e "y" não eram consideradas letras do nosso alfabeto.
Regra Nova - Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano

Trema
Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano
Regra Antiga - agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, frqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça
Regra Nova - aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.

Acentuação

Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas
Regra Antiga - assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico
Regra Nova - assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico
obs: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.

obs2: o acento no ditongo aberto "eu" continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.

O hiato "oo" não é mais acentuado
Regra Antiga - enjôo, vôo, corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo
Regra Nova - enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo

O hiato "ee" não é mais acentuado
Regra Antiga - crêem, dêem, lêem, vêem, descrêem, relêem, revêem
Regra Nova -creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem

Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas
Regra Antiga - pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (substantivo), péra (substantivo), pólo (substantivo)
Regra Nova - para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo)
Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo "poder" (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - "pôde") e no verbo "pôr" para diferenciar da preposição "por"

Não se acentua mais a letra "u" nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de "g" ou "q" e antes de "e" ou "i" (gue, que, gui, qui)
Regra Antiga - argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, enxagúemos, obliqúe
Regra Nova - argui, apazigue,averigue, enxague, ensaguemos, oblique

Não se acentua mais "i" e "u" tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo
Regra Antiga - baiúca, boiúna, cheiínho, saiínha, feiúra, feiúme
Regra Nova - baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume

Hífen

O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por "r" ou "s", sendo que essas devem ser dobradas
Regra Antiga - ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidae, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível
Regra Nova - antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível
obs: em prefixos terminados por "r", permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.


O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal
Regra Antiga - auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado
Regra Nova - autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.
Obs: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.
Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por "h": anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.

Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal.
Regra Antiga - antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico
Regra Nova - anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico
obs: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen
obs2: uma exceção é o prefixo "co". Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal "o", NÃO utliza-se hífen.

Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição
Regra Antiga - manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento
Regra Nova - mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, pára-choque, paravento
Obs: o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constiui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc.

Observações Gerais
O uso do hífen permanece
Exemplos
Em palavras formadas por prefixos "ex", "vice", "soto"
ex-marido, vice-presidente, soto-mestre
Em palavras formadas por prefixos "circum" e "pan" + palavras iniciadas em vogal, M ou N
pan-americano, circum-navegação
Em palavras formadas com prefixos "pré", "pró" e "pós" + palavras que tem significado próprio
pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação
Em palavras formadas pelas palavras "além", "aquém", "recém", "sem"
além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto

Não existe mais hífen
Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais)
Exemplos - cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc.
Exceções - água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa